United Airlines expulsa noivos a caminho de casamento de voo

Assentos comprados por eles estavam ocupados e não foi possível realizar troca
 
 
Um casal de noivos que estava voando para a Costa Rica, onde seria seu casamento, foi expulso de um voo da United Airlines no último sábado (15). De acordo com o casal, que estava a caminho da cerimônia, um policial federal os escoltou do avião antes da decolagem, que aconteceu em Houston, no Texas. A United negou as acusações do domingo (16), afirmando que não havia federal ou qualquer outra autoridade envolvida na situação.

Segundo o comunicado, o casal “repetidamente tentou se sentar em assentos melhores dos que os que eles compraram e não seguiu as instruções da tripulação para retornar aos assentos designados”. Por isso, eles foram “convidados por nossa equipe a deixar o avião”. Um porta-voz da empresa afirmou que a companhia aérea ofereceu ao casal uma tarifa de hotel com desconto para a noite e fez uma reserva em um vôo de domingo pela manhã.

Michael Hohl e sua noiva, Amber Maxwell, afirmaram que tentaram pagar por assentos melhores depois de encontrarem outro passageiro dormindo em seus assentos, já que foram os últimos a embarcar, mas a tentativa foi negada.

Depois de se mover dentro da cabine econômica em direção às fileiras acima, a tripulação de vôo negou o pedido do casal de pagar um suplemento para os assentos, e disse-lhes para voltar a seus assentos originais, Hohl disse.

— Nós não pensamos que fosse grande coisa. Não é como se estivéssemos tentando entrar em um assento de primeira classe. Nós estávamos simplesmente em uma fileira da classe econômica algumas fileiras acima de nosso assento original.

A imagem da companhia aérea está arranhada depois que um vídeo surgiu há uma semana, mostrando os agentes de segurança arrastando um passageiro ensanguentado para fora de um vôo da United em Chicago. David Dao, médico vietnamita de 69 anos que foi visto no vídeo provavelmente vai processar a companhia, disse seu advogado na última quinta-feira (13).

Depois que o incidente provocou indignação internacional, o presidente-executivo do empresa, Oscar Munoz, pediu desculpas a Dao, sua família e seus clientes, dizendo que a transportadora não usaria mais policiais para remover passageiros de vôos lotados.
 
 
REUTERS
Foto: REUTERS/Eduardo Munoz
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